segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Isso não é uma resenha, é um lembrete

É só um pequeno registro do quanto o filme The Theory of Everything me marcou e do quanto eu amei ele.

Eu já achava o cara incrível. Apesar de desconhecer a história de vida dele, estou familiarizada com a persistência e força de vontade que Stephen Hawking tem. Quer dizer, que pessoa que com 21 anos descobrisse ter uma doença degenerativa conseguiria viver até os 72 conquistando muitas coisas e ainda fazendo grandes contribuições para o mundo? Sei que eu não seria.

Tendo esse pensamento em mente me confrontei com diversas atitudes minhas que poderiam muito bem ser diferentes se eu me desse conta do quão incrível a vida é e do quão sortuda eu sou pelo simples fato de estar viva!

Às vezes eu reclamo de algumas coisas tão bobas, e mesmo sabendo que o cancêr do vizinho não cura meu resfriado, algumas das minhas reclamações são muito pequenas e sem sentido perante ao que realmente importa. Não quero perder essas coisas. Não quero deixar passar. Do mesmo jeito que quero acreditar que as coisas vão ser boas, que nada é tão difícil quanto eu imagino e que o melhor ainda está por vir, como disse lindamente minha amiga Analu. 

Apaguei minha lista de metas para 2015 e escrevi na folha amassada apenas dois itens: não reclamar à toa e ter muita, muita esperança. 
Porque como o próprio Stephen disse: "While there is life, there is hope"


11 comentários:

  1. "Apaguei minha lista de metas para 2015 e escrevi na folha amassada apenas dois itens: não reclamar à toa e ter muita, muita esperança." Sim, eu fiz basicamente a mesma coisa. A minha resume-se agora em uma palavra: resiliência. Apenas.

    Quero TANTO ver esse filme! Ai ♥

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  2. Ai amiga, que lindo! Desejo que seu 2015 seja doce - e acho que nem tem como não ser, já que não é nem 21 de janeiro e já estamos cheias das contagens regressivas <3 <3
    Te amo!!

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  3. Oi, amiga. Concordo que o câncer do vizinho não cura o nosso resfriado, e que a gente tem todo o direito de reclamar dos nossos problemas, mas ajudam a dar uma perspectiva, né? Fora que dá aquele sentimento "se essa pessoa passa por isso sem reclamar, eu posso lidar com os meus problemas sem fazer cara feia também".

    Não vi a Teoria de Tudo ainda, mas estou com muita vontade e está na minha listinha. Depois que vir, te chamo pra gente trocar ideias.

    Beijos <3

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Assisti A Teoria de Tudo pouco tempo antes de ler seu post e o filme mexeu comigo da mesma, realmente temos muita sorte e deixaríamos muito menos coisas passarem se nos atentássemos ao lado bom das coisas e acredito que essa seja uma das maiores lições que o Hawking ensinou ao mundo. Boa sorte com a lista de metas ;)

    beijo!

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  6. De cara eu fiquei com um bode desse filme porque tem um outro filme que é meio documentário, meio média, que é encantador, mas absurdamente parecido com o A Teoria de Tudo (fotografia, cenários, mesmo foco etc). Não fossem os atores, só de olhar eu diria que era o mesmo, e isso de certa forma me irrita, porque acho absurdo alguém fazer sucesso com uma história que já foi contada exatamente igual, mas não teve tanta visibilidade por n motivos, de forma que outra pessoa acaba levando um crédito que não merece #chata. Então eu decidi não assistir. Mas daí que, né, o mundo dá voltas, fui assistir Os Pinguins de Madagascar no domingo (sim) e passou o trailer d'A Teoria de Tudo. E aí eu tive certeza que não importa se ele é ou não parecido com o meu filme/documentário xodó (de fato ele é, até certo momento), porque esse história merece ser contada muitas e muitas vezes. Eu chorei (CHOREI SOS) só com o trailer, e se isso não for um sinal de que eu preciso assistir esse filme pra ontem, não sei o que é.

    Anyway, concordo muito que o câncer do vizinho não cura nosso resfriado, mas acho que a gente pode deixar algumas coisas passarem sem drama porque essas coisas, às vezes, acabam fazendo a gente perder o foco e fazer pouco caso do que realmente importa.

    E que 2015 seja lindo. Sem reclamações e cheio de esperança.

    Beijo! <3

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  7. Eu dei mole, Gabs. Eu li um texto na Superinteressante que conta a história toda dele. Daí quando vi o filme, meio que perdeu um pouco da graça, e meio que vi que não usaram as histórias por completo. O ator estava fenomenal!
    Independente disso: que história de vida incrível!
    Realmente precisamos reclamar menos e aproveitar mais a vida.

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  8. Clubinho das que não assistiram o filme mas ficaram curiosas: 1 membro.

    Novembro Inconstante

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  9. Adorei as suas metas para 2015. A minha principal é: fazer tudo diferente.

    http://www.jj-jovemjornalista.com/

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  10. Que lindo! Vamos sim ter muita esperança neste ano porque a coisa tá braba e, se a nossa esperança não sobreviver, estaremos perdidos.
    Mas olha, não se sinta culpada por reclamar a toa porque nós, seres humanos, somos assim mesmo, reclamões! Só precisamos cuidar para que não vire uma rotina e a gente se transforme em pessoas amargas que só enxergam o lado ruim da vida. Mas de um modo geral, acho que ainda é válido reclamar do trânsito, da fata d'agua, da carne que tá pela hora da morte!!! :-)

    E ah, preciso ver esse filme! Todo mundo elogiando bastante!

    Beijos

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  11. Amiga, me emocionei com esse post <3
    Ter esperança é algo que me move desde sempre, especialmente nos momentos difíceis. Assino embaixo desse pedido para 2015!
    Preciso ver esse filme! Mas cadê estreia nessa cidade? Quase chorei só com o trailer.
    Beijos!

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