sexta-feira, 13 de julho de 2012

O que você fez daquilo que te fizeram?


Desde que eu vi essa foto eu não consigo parar de pensar sobre isso!
Sério mesmo, não sai da minha cabeça.
Eu vi essa imagem no tumblr de alguém, num dia péssimo pra mim. Era um dia ruim mesmo, sabe. Daqueles que tu descobre podres de alguns, se decepciona com outros, chora, faz drama, e tal.
E aí eu fiquei pensando em todas as coisas que já me fizeram, boas ou ruins, e fiquei me perguntando o que eu fiz daquilo, como eu reagi...

Sei lá, geralmente a gente reage só às coisas que nos fazem de ruim, né? Mas assim, existem ainda pessoas boas no mundo, que te querem bem e consequentemente te fazem coisas boas, têm boas atitudes. Isso é difícil de enxergar, né?

Eu, por exemplo, assumo que deveria dar mais valor às coisas boas que me fazem. Preciso até dar mais valor às palavras doces que dirigem a mim. Preciso aprender a agradecer.
É isso que eu deveria fazer daquilo me fazem [?]!
Mas o que acontece? Me irrito, me escabelo, me mato pelas coisas ruins que me fizeram, quando eu deveria mesmo estar prestando atenção nas coisas boas que as pessoas BOAS fazem para mim.
Resumindo é isso aí.
Estou tentando fixar isso na minha mente. E olha, é um ótimo exercício. Assim como enxergar as pequenas alegrias do dia, perceber as coisas pequenas [ou grandes] que as pessoas fazem para ti, te da um bem estar enorme e uma nova fé na humanidade.
 Recomendo.

Eu sei que tá uma bagunça isso aqui, mas eu precisava tirar essa pergunta da minha cabeça!


P.S.: Eu não mencionei nenhuma  vez o autor dessa pergunta maravilhosa porque não quis mesmo. bjs

9 comentários:

  1. esse é um bom ponto de partida. só essa pergunta faz a gente pensar bastante. confesso que sou meio como você, costumo deixar minhas emoções aflorarem. mas um dia a gente aprender a agir de forma razoável até com o que as outras pessoas fazem com a gente
    @blogabs
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  2. É uma coisa muito inteligente, de verdade. Eu acho o que você faz do que fazem a você conta muito mais do que aquilo que te fizeram, porque o que te fazem está fora das suas mãos. O que você faz você pode e deve controlar, é sua responsabilidade.
    Gostei do momento de reflexão! E adorei a imagem e a frase.
    Beijos, Gabs!

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  3. Palominha disse tudo!
    Você nunca vai poder controlar aquilo que os outros fazem com você, mas o que você vai fazer com isso está nas suas mãos. É uma reflexão realmente muito importante e life-changing.
    :)
    beijos

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  4. É bem mais fácil reagir àquilo que nos fazem de mau do que àquilo que nos fazem de bom. Deve ser um reflexo da nossa necessidade de nos defender, algum resquício de instinto de sobrevivência. Lutar contra esse instinto e tentar se concentrar mais no que nos fazem de bom é um ótimo exercício, como você mesma disse. É algo que devo tentar também.

    Excelente post. (:

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. "Mas o que acontece? Me irrito, me escabelo, me mato pelas coisas ruins que me fizeram, quando eu deveria mesmo estar prestando atenção nas coisas boas que as pessoas BOAS fazem para mim."

    excelente pensamento. Encontrei seu blog ao por essa frase de Sartre no google.

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  7. Sabe, amiga, é inevitável não se escabelar. Eu também fico furiosa com certas coisas, brigo com pessoas na minha cabeça, imagino eu falando todas as coisas que estou pensando no momento. Coloco em ordem numérica tudo de ruim que tais fatos me causaram, para depois olhar para o lado e dar de cara com alguém que tem motivos muito piores para ficar depressivo(a). Neste momento, então, parece que sinto um tapa no meu rosto e Deus me dizendo: - Estás vendo? Pode reclamar, xingar, pular de raiva, você tem esse direito. Mas não esqueça de agradecer depois.

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  8. Eu já tinha passado aqui pra ver seu post, mas não consegui comentar. Essa frase já tinha me perseguido uma vez. E essa semana de novo, diante de um problema de relacionamentos. Incrivelmente válido o questionamento "O que você fez daquilo que te fizeram?". Muito melhor do que chorar, lamentar e vagar sem rumo.

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  9. A vida seria muito mais simples se cada um pudesse ser quem quer ser, sem se preocupar se vão aprovar ou não. Todo mundo seria pelo menos um pouco mais feliz, seguiriam seu coração e não seu medo. É um exercício mesmo. Só se muda de postura quando decide mudar. O primeiro passo é diagnosticar o problema, você já está no caminho certo!

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