domingo, 15 de maio de 2016

Menos é mais e tudo bem!

Talvez esse tenha sido o maior tempo que eu já fiquei sem aparecer no blog. Que loucura, galera!
Aconteceu o que eu achei que aconteceria: o blog perdeu espaço para a newsletter. Eu sabia que não ia conseguir separar ~conteúdos~ e que um dos dois ia ficar desamparado. Pra ser sincera, no momento os dois estão abandonados - faz 2 semanas que não mando news - mas a vida que segue né?

E seguiu, viu?
29mil coisas aconteceram desde o último post:
Temos uma nova gata, mas perdemos outra, então o número de felinos continua o mesmo.
Eu me formei.
Eu fiz 25 anos (e ainda não processei isso muito bem).
Passei em um concurso!
Entrei para o incrível mundo das burocracias para visitar os Estados Unidos.
Conheci São Paulo por breves horas (e gostei!).

AND meu quarto finalmente não é mais rosa pink gritante! Agora é cinza elefante e é muito lindinho. Porém, antes da reforma eu me livrei de alguns móveis que não queria mais, achando na minha cabeça ingênua, que assim que meu quarto terminasse de ser pintado eu já teria móveis novos, etc. Rá, ledo engano. Como eu disse, estou transitando pelo mundo burocrático de viajar para o exterior e isso custa muitos dinheiros. Priorizei a viagem e esqueci do quarto. O que me restou? Nada. Literalmente.
Minhas roupas estão em duas malas, meus sapatos também. Meus livros foram parar no armário do meu irmão. Minha cama é só o colchão no chão em cima do estrado. Meu computador fica numa mesinha não muito confiável em questão de força que roubei da sala. O resto está em sacolas guardadas no quartinho da bagunça. Qualquer pessoa no meu lugar estaria, no mínimo, desconfortável, mas preciso dizer que to amando?
Tá tudo tão minimalista e simplista que me peguei pensando: "Por que diabos eu realmente preciso de um quarto com tantos móveis?". No entanto, achei que esse questionamento iria passar e que logo eu iria começar a ficar meio neurótica, querendo os móveis logo e sofrendo mil ansiedades. Mas não!
Continuo achando que menos é mais e com a ajuda do meu amigo Pinterest vou acabar montando um quarto extremamente simples, minimalista, mais barato e cheio de pallets. Sério, vocês já viram quantas coisas dá pra fazer com pallet?



                      





Deixo vocês com esse questionamento também. Afinal de contas, precisamos mesmo de tudo isso que temos no quarto? Tem gente precisando mais, não tem? Vamos desapegar, galera. 
Deem uma olhada nessas fotos e se inspirem.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Primeiros do ano!

Achei que não ia ter post por aqui por um tempo por causa da newsletter, mas algumas coisas precisam estar aqui mesmo e não tem jeito. Que bom!



Comecei no ano passado com essa coisa de postar os primeiros do ano. Não lembro bem o porquê, sei que gostei e decidi fazer de novo.

Não foi um mês muito agitado. Eu estava de férias - e ainda estou por mais dois dias apenas, mas não falemos disso - e passei quase todos os dias na praia. Foi o maior tempo de mar que tive desde que morava em Florianópolis e me fez muito bem. Ainda vou voltar pra pertinho dele esse ano (alô, Rio!).

Como Falar Com Um Viúvo

O primeiro livro que eu li foi esse. Comprei despretensiosamente em uma Lojas Americanas por 13 dinheiros em um dia de chuva e foi uma excelente compra. Como falar com um viúvo é uma delicinha. Leve, engraçado, o exato tipo de livro que eu precisava para ser feliz nos primeiros dias de 2016. Fiquei sabendo que há uma possibilidade de se tornar um filme e achei ótimo, pois enquanto lia já imaginava todas as cenas direitinho. Recomendo.

O Oceano no Fim do Caminho

Logo depois engatei nessa maravilha. O Oceano no Fim do Caminho é o segundo livro do Neil Gaiman que eu leio (pretendo aumentar esse número em 2016) e amei muito. Não conseguia desconectar da história e cheguei a sonhar com a Lettie uma ou duas vezes. Que mundos fantásticos esses criados por menino Neil! Que mente incrível a dele!

Nesses dias que eu fiquei doente não tive muito ânimo para nada a não ser ver as pessoas se divertindo em blocos de carnaval no snapchat, mas em um dos raros momentos acordada consegui rever meu filme preferido: De Repente 30. Meu namorado nunca tinha visto, então mostrei pra ele todas minhas partes favoritas (incluindo quase todas as falas), cantei Vienna como se não houvesse amanhã, e chorei um pouquinho diante a beleza de Mark Ruffalo. Foi um bom dia. 


Foi um bom mês também. Espero conseguir assistir mais uns filmes, tem a maratona Oscar, né. Vamos ver.